Espanhol

Introdução

Originou-se do Latim vulgar falado por parte da população que constituía a Península Ibérica. Mais tarde recebeu o nome de castellano (castelhano) ou língua castellana (castelhana), por ocasião da residência dos reis no reino medieval de Castilla (Castela). Nos dias de hoje, embora o nome ainda seja referência, após a constituição da Espanha como nação e a tentativa de uniformizar o idioma do país, a língua foi oficializada como “espanhol”.


Mesmo o espanhol sendo a língua oficial, não é a única falada na Espanha. Existem outras línguas como, o catalán (catalão), o valenciano, o gallego (galego), o basco ou euskera e também inúmeros dialetos ou variações da língua oficial, entre eles o andaluz, o extremeño (extremenho), o murciano, o canario (canário). Estas línguas e os dialetos são primitivos de diferentes regiões da Espanha e possuem grande importância para a população local, mesmo sendo tratados como segunda língua são, por vezes, mais utilizados do que o espanhol.


No final do século XV, com as novas conquistas territoriais dos espanhóis, a língua expandiu-se por toda a América e sofreu inúmeras modificações, ora permanecendo dentro dos limites de uso popular e outras se propagando por todo o país. Estas ocorreram por questões geográficas, culturais e sociais de cada região, pela coexistência com as línguas indígenas locais e, ainda, pelas peculiaridades dos seus próprios falantes, na maioria soldados e imigrantes de diversas origens.


Assim, com todas as suas variedades, o espanhol tornou-se a língua materna de países como: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai, Venezuela, além de língua oficial na Guiné Equatorial (por ter sido colônia Espanhola na África), Filipinas (por ter sido colônia espanhola na Ásia) e na Espanha.

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